Stories, influenciadores e a hora do rush

Recentemente, recebi um relatório da Squid que o título foi “a hora do rush dos stories” e achei o conteúdo curioso quando comecei a análisar.

A estratégia “customer centric” mandou lembranças, né? 😛

Essa é a hora em que as marcas precisam ter em mente que influenciadores são apenas ferramentas para atingir seu público de uma forma teoricamente mais próxima e que se deve respeitar não só quem você quer impactar, mas também quem você está contratando para executar determinado projeto pra não fazer merda… Será que é quem publica mais que traz mais resultados? Será? (de forma superficial, a página 13 do relatório mostra essa contradição)

Pensando em tentar deixar a comunicação de uma forma que seja minimamente natural sem muito “publicitês”, do ponto de vista das marcas, vejo esse report de forma positiva no sentido de que se o público têm o comportamento em ficar presente nas redes sociais em determinado dia e hora, ora, escolha um influenciador decente em que as publicações, dentre outros itens a serem avaliados [como taxa de engajamento, interações entre o influenciador e o público, etc], coincidam com o ‘horário’ do SEU target e não o contrário.

Por outro lado, forçar o influenciador a fazer coisas não habituais em dias que o público DELE (que pode ser o seu) não está acostumado, a chance de dar merda é alta – aí o dinheiro foi mal gasto e a culpa é do mídia que propôs o @. kkkkk

A galera desavisada cai com muita frequência nessas pegadinhas de dias e horários “nobres” ou “do rush”. A ferramenta de monitoramento Sprinklr (antiga Scup) que tinha essa mania, de todo ano liberar um report com o “horário nobre das redes sociais”. Concordo que existe isso de forma bem genérica, mas quando olhamos para o target o jogo é completamente diferente.

Os influenciadores, as redes e mídias sociais não mandam nas marcas, mas as marcas precisam ficar atentas ao comportamento do seu target para evitar qualquer “desencontro” e sempre buscar atingir melhores resultados.